Heduíno Gomes? O Vilar? o ex-ml da clandestinidade bem regada com putedo em Paris? o ex-PSD-anti-social-facista-do-CDS-facista?

Será?

[via conversas no Dazibao encapuzado]
.....................
Nota [15-6]
Não tinha lido o texto do ex-camarada Eduíno, na Alameda Digital e sou obrigada a fazer-lhe justiça. Efeito zelig à parte, a análise dessa praga da educação sexual alternativa para a jubventude está excelente e ainda oferece o bónus de uns piparotes certeiros no sexólogo moviflor.





Processo:



1- Coloque os 40 tufinhos juntos. Mantenha as etiquetas tapadas.
2- Escolha os 10 tufos que correspondem melhor ao padrão verde claro A.
3- De seguida, dos 30 que restam, escolha os 5 tufinhos que correspondem melhor ao vermelho C.
4- Finalmente, dos restantes 25, escolha 5 tufos que se unam com a matriz rosa, B.
5- Registe os nomes das estiquetas de cada jogo de selecção, distribua-os por ordem de gradação mais perto dos tufinhos da matriz respectiva.



© Holmgren-Thompson Wool Test for Colour Blindness










para o “nosso”endemoninhado residente


clicar no bispo



[o outro atrás parece o Pitta...]




"... I had embellished a humpty-dumpty circus made by a Philadelphia toy company. There was an elephant and a mule. They could be made to stand on their hind quarters, front quarters, or heads. Then there were clowns with slots in their feet and claws in their hands; they could balance on a ladder on one foot or one hand. I had once articulated these things with strings, so the clown would end up on the back of the elephant."
- Alexander Calder, An Autobiography with Pictures (1966)
via




































Contemporânea, ano 1, nº2, 1922

Les toros s'ennuient le dimanche
Quand il s'agit de courir pour nous
Un peu de sable du soleil et des planches
Un peu de sang pour faire un peu de boue
Mais c'est l'heure où les épiciers se prennent pour Don Juan
C'est l'heure où les Anglaises se prennent pour Montherlant

Ah!
Qui nous dira à quoi ça pense
Un toro qui tourne et danse
Et s'aperçoit soudain qu'il est tout nu
Ah!
Qui nous dira à quoi ça rêve
Un toro dont l'oeil se lève
Et qui découvre les cornes des cocus

Les toros s'ennuient le dimanche
Quand il s'agit de souffrir pour nous
Voici les picadors et la foule se venge
Voici les toreros la foule est à genoux
Et c'est l'heure où les épiciers se prennent pour Garcia Lorca
C'est l'heure où les Anglaises se prennent pour la Carmencita

Les toros s'ennuient le dimanche
Quand il s'agit de mourir pour nous
Mais l'épée va plonger et la foule se penche
Mais l'épée a plongé et la foule est debout
C'est l'instant de triomphe où les épiciers se prennent pour Néron
C'est l'instant de triomphe où les Anglaises se prennent pour Wellington

Ah!
Est-ce qu'en tombant à terre
Les toros rêvent d'un enfer
Où brûleraient hommes et toreros défunts
Ah!
Ou bien à l'heure du trépas
Ne nous pardonneraient-ils pas
En pensant à Carthage, Waterloo et Verdun, Verdun.

Jacques Brel

duros, tiranos e urgentes,
risque-se quanto já fiz
do grão livro dos viventes.
E tomando já na mão
a lira santa e capaz
doutra mais alta invenção,
cale-se esta confusão,
cante-se a visão da paz.


— É do camarada Saramago?

—É do cavalheiro Camões.

Assistência à corrida em benefício do Cofre das Viúvas e Órfãos da Polícia, em que se restaurou a morte do touro - 1927





























Ilustração Portuguesa, Ano 2, nº 40, 16 Agosto, 1927

(...)Como não se acredita no descaramento dessa malta sem nome dos blogues, das colunas, da televisão, da rádio e dos jornais, que anda a brincar ao antifascismo e se queixa, hoje, com o eng. Sócrates, de - não conseguem adivinhar! - "falta de liberdade". Isto quando basta comprar um jornal ao acaso ou ligar ao acaso a televisão, para verificar o à-vontade e a violência com que o Governo e o seu chefe são atacados. Isto quando Vital Moreira, professor de Coimbra e, no seu tempo, grande comunista, já provou e tornou a provar que há liberdade a mais. Não vale a pena insistir. O eng. Sócrates, vencedor de défice e democrata dos democratas, paira acima desta imunda lama.
Um modesto admirador do sr. primeiro-ministro

09.06.2007, Vasco Pulido Valente

[a ler, no Público de hoje]





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Computer Museum 1987

...é favor a clientela da casa, seguir os habituais estamines recomendados.
Para começar, aconselha-se a dar um salto ao Dragoscópio e seguir as respostas do Dragão ao assédio dos Bilderbergs

Etienne Davignon - Oh pá, sabes como é: Poder a mais e tesão a menos. Já o Divino Marquês explicava isso. Quando um gajo começa a fornicar um país inteiro, perde o interesse pela simples vagina. A indústria derroga sempre o artesanato. Mas tu pensa bem, ó César: já reparaste bem na lista de convidados deste ano? É a nata do planeta (...)

seguir o link para a primeira parte da conversa telfónica

(...)Destas festividades era a mais ruidosa e solene a de Corpus-Cristi, na qual se podia gastar todo o necessário por autorização do reiem 1536. Todavia estas despesas,tanto na procissão de Corpus-Cristi,como em todas as outras, assim nas charamelas, como em danças e autos, foram em 1610 arbitradas em vinte mil réis, tirados para isso das rendas do concelho. Compunham esta procissão todas as irmandades e confrarias da vila, Ordens Terceiras, religiões, clero, cabido, e câmara, sendo abrilhantada por numerosos andores, que foram abolidos em 1797, e pelas variadas bandeiras precedidas de bandas e músicas, a que cada um dos ofícios da vila era obrigado.
Para se ajuizar destas danças e músicas, bastará dizer-se, que a dos mercadores em 1735 levava oito rebecas, duas violas, e duas arpas.
Estas danças, apesar de se prolongarem por muitos anos, já em 1640 estavam caindo em desuso; obrigando-se com a câmara os linheiros, ourives, azeiteiros, e tendeiros a dar-lhe todos os anos, cada um destes ofícios seis tochas de cera para a procissão, ficando por isto exonerados da obrigação das danças.
Por esta ocasião, havia em Guimarães corridas de touros, fornecidos pelos marchantes sob graves penas: e tinham ordinariamente lugar no campo do Toural - donde tirara o nome -vigorando tal uso ainda no fim do século passado. Em igual ocasião, e em todas as festas do ano, não era menos curiosa a célebre judenga, que consistia numa dança, e exibição em auto, que ridicularizava as cerimónias e costumes judaicos, parodiando os tipos de alguns judeus convertidos: o que dava quase sempre lugar a muitas disputas e sérias desordens
.(...)

[ Padre António José Ferreira Caldas, “PROCISSÕES E ACTOS SOLENES DA CÂMARA”, Guimarães. Apontamentos para a sua História. 2.ª Edição, Guimarães, CMG/SMS, 1996, parte I, pp. 253/262]


Até as cavalgaduras podem redimir-se pelo sentido de humor.






Os meus vizinhos do andar de cima tocaram à porta, todos risonhos, para dizer que tinham uma boa notícia a dar: vão-se embora.


Tratamento de perfume confiscado a viajantes ilegais


























*© rititi

«Quanto aos homens penso assim: Deus põe-os à prova para mostrar que, em si mesmos, são como animais. De facto, os destinos do homem e do animal são idênticos: do mesmo modo que morrem estes, morrem também aqueles. Uns e outros têm o mesmo sopro vital, sem que o homem tenha nenhuma vantagem sobre o animal, porque tudo é fugaz. Uns e outros vão para o mesmo lugar: vêm do pó, e voltam para o pó.»
(Eclesiastes 3:18-20).
(...)
No entanto, este assombro com a Criação, na qual o Homem se integra plena e irredutivelmente, ficou esquecido por todo o pensamento cristão até aos nossos dias. Se a autoridade de São Paulo ensina que é toda a natureza que anseia pela libertação do pecado de Adão, esperando a redenção por Cristo, «pois sabemos que toda a criação geme e sofre de dores de parto até o presente dia» (Rom. 8:22), a teologia subsequente – amarrada ainda mais ao antropocentrismo da perspectiva cristã do mundo – tem-se negado a reflectir os factos incontestados da evolução do mundo que nos revelam as modernas ciências naturais (...)


Mais um brilhante postal do CC, a ler, na íntegra, no Trento na Língua


Memorando para os nossos etnólogos Bica do Sapato



Caso estejam desmemoriados, isto também é folclore; daquele que resiste à “uniformização asséptica da sociedade”. Não tem causa fracturante; é menos badalado, mas contem a memória de lutas mouriscas e festas do S. João Verde.
Existem mais festejos, alguns deles com aquele famigerado carácter religioso e obscurantista que tanto costuma importunar os folclóricos da laicidade urbana.
O musaranho já prometeu que, a partir de agora, se encarrega do Borda-de-Água para as “aparições alternativas” da defesa da tradição.

[seguir a ligação ]
Foto de Armando Moreira, via
Bugios e Mourisqueiros

Comentário do "nosso" MP-S onde alguns citadinos de Papa-Açorda Pap'Açorda elogiavam a genuína bravura e verdade crua com que se assiste à morte de uns touros

Terás toda a razão - mais difícil, porem, vai ser convenceres o touro
MP-S // Jun 2nd 2007 at 3:59 pm

03.06.2007, António Barreto Retrato da Semana

A solidariedade civil parece não substituir o sentimento religioso.

(...)Esta assistência, voluntária, sem remuneração, recompensa ou visibilidade, é uma das reservas de decência na nossa sociedade muito mais interessada na mercadoria ou na exibição.
Ao estudar estas actividades, dei-me conta de que a maior parte das organizações e dos voluntários tem uma qualquer inspiração religiosa. São grupos e entidades ligados às Igrejas (em Portugal, sobretudo a católica), às ordens, às comunidades religiosas, às paróquias e a outras instituições. Notei algumas de inspiração laica, movidas pela mais simples solidariedade, mas são a minoria. Conheci mesmo voluntários ateus ou agnósticos que se dedicam a esta acção com os grupos religiosos, pois os consideram mais eficientes e mais genuínos. Fica-se com a impressão de que a segurança organizada e o reconhecimento do direito de todos à protecção não substituem, nem de longe, a assistência humana e pessoal ou, mais simplesmente, o "amor ao próximo" em nome de um deus. As vantagens, que são muitas, da cidadania laica e do Estado de protecção social não incluem a humanidade, a decência e a capacidade para resolver caso a caso as situações individuais. A solidariedade civil parece não substituir o sentimento religioso (...)

Que o Estado não seja capaz de humanidade, não é para admirar. Mas que grande parte dos seus técnicos e funcionários também o não seja, já deixa a desejar. As instituições parecem feitas para enquadrar e regulamentar, não para agir individualmente, com a humana generosidade que, muitas vezes, faz tanta ou mais falta do que o alimento ou o abrigo. Mais ainda: nessa enorme constelação de agências de voluntários, são poucas as organizações e poucas as pessoas que se dedicam a estas sacrificadas actividades por mero espírito de solidariedade laica. Para se dedicarem ao exibicionismo, ao dinheiro e à competitividade, os laicos entregam ao Estado as actividades de protecção e de solidariedade. Pode a sociedade civil distinguir-se pelas liberdades e pela igualdade. Mas falhou radicalmente na fraternidade.

[texto completo no Público de hoje]

«L'avevo scritta nel 1993, per lo spettacolo "Pop e Rebelot" di Paolo Rossi, quando iniziai a innamorarmi non soltanto della scienza patafisica, ma anche del revolver e dei pantaloni da ciclista di Jarry. Attendevo l'occasione giusta per metterla su disco, e ora, finalmente, eccola qua»
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