Nada como ir ao Dragoscópio: É o paradigma, estúpido!
1:48- a picareta original
0:31 - A picareta plagiada
Pelo nosso agente africano - o conde Ricciardi da cubata.
Editado das caixinhas de comentários do Portugal Contemporâneo,um blogue que se recomenda para ler o contraditório nas "caves".
É um fartote de rir. Agora a China acusa os EUA de desperdiçar dinheiro com apoios sociais. Exige que façam cortes nos ditos apoios e na despesa militar. O caminho, dizem os chineses, é aquele que aponta para os valores do capitalismo socialista, que mais não é do que a primazia do dinheiro relativamente à dignidade humana mas numa lógica socialista - socialismo liberal - isto é, é o capitalismo dirigido pelo próprio estado que entende o mercado como um local aonde se compra e vendem mercadorias livremente, produzidas por seres humanos cuja única ambição na vida é trabalhar sem descanso, fecundar bebés gajos e em número inferior a um, poluir sem freio e, finalmente, prover aquela chusma de chinocas, um quadrado de terra com 40 cm para os enterrar de pé. Quem não aceita ser escravo, não tem trabalho.
Este sistema capitalista socialista tem tanto sucesso que os Amarelos lideres não sabem o que fazer ao dinheiro. Compram dívida aos Gringos para libertar meios para voltar a produzir. A lei da compensação de divisas. Na prática, vendem moeda local para comprar usd dólares Às vezes, para enganar aqueles que os acusam de dumping cambial, compram matéria prima nos mercados aos magotes para não fazer descer a moeda local assim tanto. De preferência trocam a matéria prima por empreitadas nos países produtores, mas aceitam livrar-se dos usd dólares em excesso para o efeito.
Os EUA é o único mercado no mundo capaz de absorver o dinheiro dos chinocas, daí que as importações provenientes da china não possam parar. É imperioso que exista um deficite crónico nos eua na balança de pagamentos com a china. É elementar, as empresas americanas foram para lá produzir, e os eua devem receber a produção acrescentada com valor chinês Ficaram ricos, pois claro, os empresários americanos, produzem mais barato produtos de qualidade na china e tem a garantia que os eua os importam com taxas alfandegarias suaves. O Povo americano ficou mais pobre com este negócio de ideologia liberal de ultima geração. Mais pobre e mais endividado. Transferiu-se o emprego para a china. Na verdade as empresas americanas mais do que quadruplicaram as vendas, mas em que é que isso se reflectiu nas contas do país AMERICA? e nos AMERICANOS?
em NADA digo eu, pelo contrário, o ganho dos empresários americanos nada trouxe de positivo para a América. Essas empresas lucraram mais, mas não pagam impostos por isso. Nem impostos nem geram emprego nos eua. De modo que, as receitas das multinacionais gringas a expatriar foram sistematicamente trianguladas para paraísos fiscais, alguns na Europa, imagine-se. O pais, esse, não vê um tusto. Vê isso sim uma total incapacidade para manter o nível de vida que conquistou em tempos, endividando-se, como que esperneando na tentativa de milagrosamente conseguir manter o nível de vida das pessoas e das estruturas de gastos do pais que o fizeram na potencia militar que ainda é.
P.S. Eu sei, eu sei, ando muito futurista, ando a ler novamente o Flash Gordon.
Ricciardi
A ler, na íntegra, aqui
Há falta de melhor, os nossos legisladores lembraram-se de legalizar a caça ao melro, para satisfazer outra espécie urbana- os chamados caçadores de jardim.
Ora, pela nossa parte, pensamos que a lei devia ser mais abrangente e incluir outra espécie muito mais predadora no cabaz desportivo.
A paridade ecológica entre caçador e caçado ficaria mais equilibrada e ainda conseguiríamos "matar dois coelhos de uma cajadada"- a limpeza urbana e a nossa dívida externa.
O Jô Soares sabia como:
Quanto aos melritos, que não têm culpa que as cavalgaduras do asfalto entrem em descompensação quando não andam a matar na estrada, fica, aqui, de novo a petição .
Ora, pela nossa parte, pensamos que a lei devia ser mais abrangente e incluir outra espécie muito mais predadora no cabaz desportivo.
A paridade ecológica entre caçador e caçado ficaria mais equilibrada e ainda conseguiríamos "matar dois coelhos de uma cajadada"- a limpeza urbana e a nossa dívida externa.
O Jô Soares sabia como:
Quanto aos melritos, que não têm culpa que as cavalgaduras do asfalto entrem em descompensação quando não andam a matar na estrada, fica, aqui, de novo a petição .
Recomenda-se a Maria- uma grande humorista que também é comentadora encartada no Jornal Económico
A propósito do Ataque de Oslo:
outro mais científico:
A propósito do Ataque de Oslo:
"Isto não é maneira de fazer oposição, seja ela política ou religiosa."
outro mais científico:
"A Amy Winehouse tinha este talento todo e um ADN frágil demais para o suportar".
O Birgolino é o mais sério candidato ao Nobel às avessas, em matéria de prevenção terrorista.
Como ele explicou, nada disto tinha acontecido se a Noruega reconhecesse o direito de porte de armas .
Dá que pensar como ainda não apareceram os temerários labradores e fiéis compagnons de route mais farruscos, a reivindicarem, pelo menos, 2/3 da autoria do manifesto do terrorista nórdico.
E com toda a legitimidade, diga-se.
E com toda a legitimidade, diga-se.
Alguém tem dúvidas que se o tarado usasse turbante era mais um exemplo dos efeitos do islamismo terceiro-mundista e, em sendo branco de sociedade evoluída, só pode ser patologia típica de teenager em recinto escolar?
Mrs Premise: Hello, Mrs Conclusion.
Mrs Conclusion: Busy day?
Mrs Premise: Busy! I've just spent four hours burying the cat.
Mrs Conclusion: Four hours to bury a cat?
Mrs Premise: Yes! It wouldn't keep still, wriggling about howling its head off.
Mrs Conclusion: Oh - it wasn't dead then?
Mrs Premise: Well, no, no, but it's not at all a well cat so as we were going away for a fortnight's holiday, I thought I'd better bury it just to be on the safe side.
Mrs Conclusion: Quite right. You don't want to come back from Sorento to a dead cat. It'd be so anticlimactic. Yes, kill it now, that's what I say.
Mrs Premise: Yes.
Agradeço, ao Carlos Vidal, a lembrança da cadeia de leituras, deixando-lhe a tarefa de a encontrar, por acaso, no limbo das janelinhas de comentários.

E não se esqueça da senha para contornar o bloqueio: "la pénultième est morte".
E não se esqueça da senha para contornar o bloqueio: "la pénultième est morte".
Como diria Tocqueville , nem todo o animal que parece, é.
Mas, se o National Geographic anda demasiado "disneizado" para quem aprecia a bicharada tal como veio ao mundo, um filósofo também não precisa de se queixar logo à ERC; experimente primeiro uma versão evangélica de Petrópolis, no youtube.
Mas, se o National Geographic anda demasiado "disneizado" para quem aprecia a bicharada tal como veio ao mundo, um filósofo também não precisa de se queixar logo à ERC; experimente primeiro uma versão evangélica de Petrópolis, no youtube.
« Os merceeiros, vendedores de especiarias e boticários conduziam, logo atrás dos vidreiros, um descomunal gigante, que contrastava com um pequeno anjo, que parecia dirigi-lo. Aquela espécie de Golias excedia em altura quatro torres de madeira, duas das quais pertenciam aos correeiros, e duas aos cortadores. A imediata representação, ordenada pelos sapateiros, mostrava mais arte e despertava, talvez mais que todas as outras, a atenção dos espectadores.
Vinha a ser o dragão infernal, sarapintado de vivas cores, que vigiava dous diabos, os quais procuravam induzir dous frades noviços a voltarem aos deleites do mundo, ao que eles mostravam resistir heroicamente, posto que, como de reserva aos dous infernais pregadores, os tosadores acompanhassem dous diabretes espertos, prontos a socorrer os seus discretos colegas. Se, porém, como autores dramáticos os sapateiros levavam imensa vantagem aos mesteirais dos ofícios imediatos no préstito, nem por isso vinte e quatro alfaiates deixavam de pavonear-se após eles ao redor da serpe tentadora da nossa mãe Eva, a que fazia sombra uma torre, solidíssima na aparência. Mas se, pela excelente pintura da sua charola, os alfaiates tinham justos motivos de orgulho, mais justa era a vaidade com que os carpinteiros da Ribeira e os calafates, em número de trinta e oito, arrastavam uma nau e uma galé, armadas e empavesadas de muitas cores, cujos mastros quase que se elevavam à altura dos edifícios, e cujas vergas quase topavam com os balcões e frestas da Padaria e passavam a custo pela Porta do Ferro. Os pulverulentos pergaminhos conservaram-nos a memória da Representação da Dama em que figuravam também dous diabos, e que estava a cargo dos esparteiros. Em que consistia esta representação ignoramo-lo hoje; mas, se a avaliarmos pelo que sabemos da antiga procissão de Corpus em diversas partes do reino, pudemos conjeturar que não seria demasiado edificativa. De todos os outros mesteres, cujos membros, em maior ou menor número, ajudavam a tecer aquela enfiada de cenas ridículas ou brutescas, distinguiam-se, pela singularidade das invenções que ostentavam, primeiramente os pedreiros e carpinteiros pelo seu engenho ou máquina de guerra, servida por dous feios demônios, e os armeiros pelo seu sagitário, símbolo do soldado peão, e no meio destas duas corporações os tanoeiros por uma torre grandemente historiada e semelhante à dos correeiros e cortadores. Os moedeiros, corretores, tabeliães e mercadores, como mesteres mais nobres, fechavam aquele extenso séquito.
Danças d’espadas, danças mouriscas, danças de pélas ou mulheres sustentadas sobre os ombros de outras, bailando e volteando conjuntamente; tudo, enfim, quanto se possa imaginar de caricatura, de burlesco, de doudejante servia de moldura a este quadro singular, em cujo topo figuravam alguns magistrados municipais, e sobre o qual flutua¬vam dezenas de pendões, bandeiras e guiões variegados. Como contraste a estas visualidades heteróclitas, a esta espécie de sonho de pesadelo, seguiam-se as comunidades monásticas, mancha escura no dorso daquela imensa cobra que se estirava pelas ruas de Lisboa: frades negros, frades brancos e pretos, frades crises, frases pardos, frades de todas as cores tristes; agostinhos, bentos, bernardos, domínicos, franciscanos, beguinos. Depois, um sem-número de cavaleiros de Crista, do Hospital, d’Avis, de Santiago, precedidos dos respectivos mestres e comendadores e segui¬das dos freires leigos e serventes d’armas. Depois, os magistrados da corte, os oficiais da coroa e o próprio monarca rodeavam a hóstia triunfante nas mãos do Bispo de Lisboa e sustentavam as varas de riquíssimo pálio. O esplêndido dos trajas cortesãos, as telas custosas das vestes sacerdotais, as renques de tochas acesas que faziam cintilar as lhamas e brocados, os arrases, que, formando as paredes das ruas, serviam de decoração à cena, os tangeres e folias, que se entressachavam com os diversos grupos, o sussurro do povo, semelhante ao rugido longínquo do mar, o perfume de incenso, que se espalhava em rolos de fumo transparente, a fragrância das murtas e rosmaninhos, de que o chão estava juncado, produziam um composto de sensações capazes ainda hoje de excitar o entusiasmo frenético das multidões, quanto mais numa época em que as crenças, tão ardentes como grosseiras e sinceras, santificavam as cenas mais burlescas e, até, mais indecentes, associando-as ao culto e fazendo delas, como diria Sterne, parte instrumental da religião.
Vinha a ser o dragão infernal, sarapintado de vivas cores, que vigiava dous diabos, os quais procuravam induzir dous frades noviços a voltarem aos deleites do mundo, ao que eles mostravam resistir heroicamente, posto que, como de reserva aos dous infernais pregadores, os tosadores acompanhassem dous diabretes espertos, prontos a socorrer os seus discretos colegas. Se, porém, como autores dramáticos os sapateiros levavam imensa vantagem aos mesteirais dos ofícios imediatos no préstito, nem por isso vinte e quatro alfaiates deixavam de pavonear-se após eles ao redor da serpe tentadora da nossa mãe Eva, a que fazia sombra uma torre, solidíssima na aparência. Mas se, pela excelente pintura da sua charola, os alfaiates tinham justos motivos de orgulho, mais justa era a vaidade com que os carpinteiros da Ribeira e os calafates, em número de trinta e oito, arrastavam uma nau e uma galé, armadas e empavesadas de muitas cores, cujos mastros quase que se elevavam à altura dos edifícios, e cujas vergas quase topavam com os balcões e frestas da Padaria e passavam a custo pela Porta do Ferro. Os pulverulentos pergaminhos conservaram-nos a memória da Representação da Dama em que figuravam também dous diabos, e que estava a cargo dos esparteiros. Em que consistia esta representação ignoramo-lo hoje; mas, se a avaliarmos pelo que sabemos da antiga procissão de Corpus em diversas partes do reino, pudemos conjeturar que não seria demasiado edificativa. De todos os outros mesteres, cujos membros, em maior ou menor número, ajudavam a tecer aquela enfiada de cenas ridículas ou brutescas, distinguiam-se, pela singularidade das invenções que ostentavam, primeiramente os pedreiros e carpinteiros pelo seu engenho ou máquina de guerra, servida por dous feios demônios, e os armeiros pelo seu sagitário, símbolo do soldado peão, e no meio destas duas corporações os tanoeiros por uma torre grandemente historiada e semelhante à dos correeiros e cortadores. Os moedeiros, corretores, tabeliães e mercadores, como mesteres mais nobres, fechavam aquele extenso séquito.
Danças d’espadas, danças mouriscas, danças de pélas ou mulheres sustentadas sobre os ombros de outras, bailando e volteando conjuntamente; tudo, enfim, quanto se possa imaginar de caricatura, de burlesco, de doudejante servia de moldura a este quadro singular, em cujo topo figuravam alguns magistrados municipais, e sobre o qual flutua¬vam dezenas de pendões, bandeiras e guiões variegados. Como contraste a estas visualidades heteróclitas, a esta espécie de sonho de pesadelo, seguiam-se as comunidades monásticas, mancha escura no dorso daquela imensa cobra que se estirava pelas ruas de Lisboa: frades negros, frades brancos e pretos, frades crises, frases pardos, frades de todas as cores tristes; agostinhos, bentos, bernardos, domínicos, franciscanos, beguinos. Depois, um sem-número de cavaleiros de Crista, do Hospital, d’Avis, de Santiago, precedidos dos respectivos mestres e comendadores e segui¬das dos freires leigos e serventes d’armas. Depois, os magistrados da corte, os oficiais da coroa e o próprio monarca rodeavam a hóstia triunfante nas mãos do Bispo de Lisboa e sustentavam as varas de riquíssimo pálio. O esplêndido dos trajas cortesãos, as telas custosas das vestes sacerdotais, as renques de tochas acesas que faziam cintilar as lhamas e brocados, os arrases, que, formando as paredes das ruas, serviam de decoração à cena, os tangeres e folias, que se entressachavam com os diversos grupos, o sussurro do povo, semelhante ao rugido longínquo do mar, o perfume de incenso, que se espalhava em rolos de fumo transparente, a fragrância das murtas e rosmaninhos, de que o chão estava juncado, produziam um composto de sensações capazes ainda hoje de excitar o entusiasmo frenético das multidões, quanto mais numa época em que as crenças, tão ardentes como grosseiras e sinceras, santificavam as cenas mais burlescas e, até, mais indecentes, associando-as ao culto e fazendo delas, como diria Sterne, parte instrumental da religião.Alexandre Herculano, o monge de Císter.
Imagens: serpe do Infante D. Fernando de Serpa (capitel da igreja de Santa Maria do Castelo de Serpa).
festas mouriscas - portal da Igreja Matriz do Alvor
"O meine Brüder wenn ihr nach hundert tausend
Gefahren die Grenzen des Occidentes habt erreicht...
Zögert nicht den Weg der Sonne folgend
Die unbewohnten Welten zu ergründen."
O mes frères, qui à travers cent mille dangers
Etes venus aux confins de l'Occident,
Ne vous refusez pas à faire connaissance
En suivant le soleil du monde inhabité."
"Déjà la nuit contemplait les étoiles
Et notre joie se métamorphose en pleurs"
"Furchtlos bleibt, aber, so muss der Mann,
Einsam vor Gott es Schütze die Einfalt ihn,
Und Keiner Waffen braucht's und Keiner
Listen, so lange, bis Gottes Fehlt hilft"
Mais l'homme, quand il le faut, peut demeurer sans peur devant Dieu. Sa candeur le protège et il n'a besoin ni d'armes ni de ruses, jusqu'à l'heure où l'absence de Dieu vient à son aide."
"So lange der Gott nicht da ist"
"Tant que Dieu n'est pas là"
"So lange der Gott nahe ist"
"Tant que Dieu nous demeure proche"
«O governo de PPC é, sem dúvida, o mais liberal dos últimos 37 anos».
Birgolino, no Portugal Contemporâneo.
Birgolino, no Portugal Contemporâneo.
« (...)Num grupo de futuros magistrados em formação teórico-prática, valorizar o espírito competitivo, empresarial, que nada tem a ver com emulação positiva e tudo com individualismo ultra-liberal e de feição egoísta e propícia a calcar os outros se para tal for necessário, é noção que fica bem à vista, em contraposição ao desvalor do tal “copianço”. Incentivar e valorizar a nota distintiva e que permite a opção pela carreira mais apetecida, à custa dessa competição desenfreada e reveladora dos instintos mais primários das pessoas, com reticências pessoais, mentiras aos outros, dissimulação de informação e comportamentos é mais aberrante do que conceder um 10 em comportamento a quem copiou num teste de cruzes.(...)».
A ler, na íntegra, no Portadaloja .
A ler, na íntegra, no Portadaloja .
Os ministros dividem-se em: a) ministras de pelo ruivo e manso, b) pertencentes ao império dos escritórios de advocacia, c) a embalsamar, d) caciques de futebol de salão em campeonato parlamentar, e) bloggers, f) sereias agrícolas para dar ambiente, g) fabulosos a deitar abaixo o que vão ministrar, h) das finanças estrangeiras que nada têm a ver com a economia, i) da economia falida interna que vai acabar de relações cortadas com o das finanças, j) que acabam a partir o jarrão, l) que de longe parecem moscas.
........
Nota: foi apenas uma brincadeira. O resto comentei aqui
........
Nota: foi apenas uma brincadeira. O resto comentei aqui
Mais um texto delicioso de José Pinto Casquilho, a declinar o amor pela natureza, em variantes semânticas, linguísticas, culturais, artísticas e matemáticas, como só ele sabe fazer.
A ler, na Revista TriploV
«dès qu'on fait descendre du ciel ou de la terre l'idée de salut, si le salut de l'homme est ici-bas, dans la domination chaque jour plus efficiente de toutes les ressources de la planète, la vie contemplative est une fuite ou un refus, tout contemplatif un embusqué»
Georges Bernanos, La France contre les robots.
Georges Bernanos, La France contre les robots.
Subscrever:
Mensagens (Atom)