Lido numa caixinha de comentários do Poradaloja







Queria só fazer notar que aquela avantesma que se 'casou' com um pessoa do mesmo sexo nas escadas da AR é a mesma pan-sexual que além de admirar os orgasmos das mulheres da RDA colunava na Antena 1 e ainda tinha tempo para outras panterices bloquistas.

Tem tido enorme tempo de antena no Púbico da pan-sexual Sãozinha, quando o censurado não foi ela, mas um gajo, de sua graça Rosa Mendes.

Que se vão pansexuar com um autocarro ou com um hipopótamo e deixem os nossos impostos em paz (sim este aborto da natureza vive do erário público, recebe como cineasta, como colunista, como panzesssual, do instituto do audiovisual, da secretaria da cultura, da rádio púbica, da câmara de lisboa, da alta comissária elza pais que belzebu detenha).


hajapachorra

Imagem rapinada aqui




[reposição de reposição de 2007]

Em versão “rapa-tacho”; com presunção q.b. e sem vergonha na cara (agora em farsa entre tenda pura contra tenda impura) este ainda continua a ser o melhor engenho para se manterem no palco.


Chega-te, baixa-te e adora-me, poderia ser o sentido primordial da frase.

Os mais antigos cultos a Lúcifer incluíam este ritual do beija-cu. Segundo as lendas praticaram-no muitos, desde maçons a bruxas, passando por cagots e demais confrarias de artesãos marginais e heréticos, incluindo nessa crença os Templários, como é referido nas acusações de Filipe IV que levaram à sua extinção por bula papal.
As ramificações destes rituais e suas ligações aos ciclos da natureza são complexas, acabando, em muitos casos, por se entrosar com o folclore e festas populares.

O principal signo de onde vão emanar temas cristãos e outros satânicos prende-se com o osso em que terminava a coluna vertebral, em forma de amêndoa ou mandorla também apelidada mandala. Acreditava-se que era o único elemento incorruptível do corpo, cuja natureza sobrenatural o sujeitou a variadas associações que tanto podiam ir da auréola divina em que se envolve o pantocrator, como à luz que permite o renascimento cósmico dos corpos, o guilgal do ciclo das reincarnações. Central em rituais sabáticos e festas carnavalescas, esta crença hoje perdura na tradição dos carnavais de homossexuais de Nápoles, que emitam a mulher grávida a dar à luz um boneco de madeira em forma de bode cornudo






Os maçons primitivos recolhem estes cerimoniais, em virtude da sua dupla condição: por um lado são os obreiros da Casa de Deus, mas por outro necessitam dos segredos aritméticos e dons do domínio da matéria que pertencem ao príncipe das Trevas. São o exemplo mais antigo do “cientista” desafiando o criador do alto da torre de Babel e mais tarde trocando o culto de Nemrod pelo apóstolo da dúvida: S. Tomé, sem deixarem esquecer os ritos de adoração luciferina







No caso dos Templários as práticas satânicas são mais complexas, persistindo memórias em imagens como as do cadeiral de Amiens









Na primeira o noviço é apresentado completamente nu e os iniciadores passam-lhe a mão por trás para verificarem se é “bem formado”.









No segundo exemplo já estamos em pleno ritual, um tanto embaraçoso para ser explicado...
O iniciado senta-se e abraça-se ao “pote das rosas”. Depois os outros dois vão fazer uns “malabarismos” complicados que incluem uma velinha a ser enfiada num sítio que eu não digo, enquanto lhe é vertido o vinho (a tal água de rosas) ao longo das costas até ao dito local da rendição. O colega tem de o beber, aí mesmo, com a narigueta por lá enfiada (daí chamarem-lhe “beber amarrado”). Pelo meio ainda há mais umas “partes gagas” que incluíam o “beber no tabuleiro” que não conto e depois trocavam as voltas e repetiam tudo de novo como bons camaradas.



O certo é que imagens e descrições não faltam e não se ficam pelos sabbaths do Goya. Em pleno século XVIII publicam-se estampas com alguns destes rituais, entretanto civilizados, como as iniciações femininas maçónicas, em que as candidatas eram rigorosamente escolhidas a dedo (e não só), já que a coisa implicava grandes exigências estéticas com exames púbicos mas pouco pudicos. Na gravura do ritual para-maçónico, recolhida pelo Abade Pérau, uma menina prepara-se para beijar simbolicamente o traseiro do mestre, neste caso sob a forma de um cãozinho de cera muito mignon.

A partir daqui juro que não sei mais nada e, se me pedirem com bons modos, até sou capaz de imaginar que tudo isto caiu em desuso.
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Em 2007 terminei o post com esta passagem:

[De qualquer forma, se é português, ainda vive cá dentro, e está interessado em acompanhar variações de beija-cus mais actuais, o melhor é seguir as historietas onde os bodes-devoristas ainda não ditam lei- no mundo virtual].

Quatro anos depois, acho que me enganei. Ditarem leis ainda não ditam; mas ao tempo que já por cá andam...

Imagens:
—Antigo Testamento, manuscrito do sec. XIV, os pedreiros da torre de Babel, unidos por uma única língua, desafiam Deus fazendo-lhe facécias e o Sopro Eterno castiga-os.
—Heresia dos Vaudois, manuscrito do séc. XV. Beijo do cu do diabo durante um sabbath.
—Beija-cu, portal da catedral de Saint-Pierre, Troyes, sec. XII.
—Cadeiral de catedral de Amiens, séc XVI, apresentação do noviço para o rito iniciático
—Cadeiral de catedral de Amiens, neófitos vestidos de loucos ladeiam o iniciado com o “pote de rosas”
—Beijo do rabo do cão, gravura da compilação do abade Pérau, 1758.

(ver: Claude Gaignebet et J. Dominique Lajoux, art profane et religion populaire au Moyen Âge, Paris, PUF, 1985.)

Numa Quadratura do Circulo, a propósito da nova lei das rendas, o Pachoco* superou todo o nonsense.

Recordo de cor:

Depois de referir a questão da falta do Estado no dilema, anunciou que havia um problema muito mais grave. E o problema era este- podia também dar-se o caso do senhorio, sendo pobre, ter apenas dois inquilinos ainda mais miseráveis e o resto do prédio vazio e em progressiva decadência.

No entanto, 'e preciso estar-se atento, pois há mercado para estes edifícios que ate podem ser históricos e ai podia acontecer a perigosa operação que a nova lei vai permitir.

Bastava ao esperto do senhorio indemnizar os dois inquilinos pobretanas, que não aceitariam um aumento de renda, com umas 100 mil mocas para, de seguida, servir-se ele próprio da especulação e vender o imóvel por um milhão.

E ficou toda a quadratura em silencio.

De facto, ‘e uma possibilidade perigosissima - deixar o mercado a funcionar e ficarem todos mais ricos, em vez de se seguirem o destino que os juntou, acabando senhorio, inquilinos e prédio na ruina, at'e 'a derrocada final.

Diria mesmo mais – uma eventualidade altamente capitalista que não escapou ao nosso bravo Pachoco, sempre atento ‘as lições do passado.


* Nome com copyright Dragao





Ele é o divino que sorri e que brinca




















Josefa de Óbidos- Menino Jesus Salvador do Mundo, óleo sobre tela (1660-1670)

Minorquismo- Um país resumido a um Estado onde cabem apenas os governantes minorcas.

Cada cavadela, cada minhoca.




Como se não faltasse o Coelho lembrar-se de exportar profs para resolver crise, a escardalhada sindicalista ainda deu maior tiro no pé.

Explicaram dois indigandos na tv, que até nunca houve problema na emigração pedagógica, desde que feita por solidariedade para com os índigenas. Agora paga por eles próprios é uma grande afronta para com mão-de-obra tão qualificada e, ainda por cima, branca.





















Parece que o nosso governo já ripostou à ameaça inglesa de abduzirem britânicos em vias de bancarrota ibérica, ameaçando exportar tugas, ao abrigo da protecção a espécies como a raposa de Gales.





[via Portadaloja ]

A Ritinha foi deportada da América.

Não a deixaram entrar por considerarem ilegal o tour de ukelele que lá ia voltar a fazer.







































Dear friends from the US of A,
Your country has deported me. As I arrived in Newark, at the customs they looked me up on the internet and found my tour dates, and that is considered "illegal work" even though musicians hardly make any money in the US as you know.
I was treated like a sort of a criminal and for the rest of my life (sorry this sounds dramatic) I can never enter the US as a visitor. Only with an artist visa. Yeah they carry guns and can kill people but I'm not allowed to go in there to play ukulele, have some fun and make a few bucks. Nice one USA!!!

[Informação na página do facebook]

Só uma tuguinha super-talentosa conseguia proeza que terrorista desconhece. Ia apenas cantarolar aquelas deliciosas musiquinhas "vintage" com uns amigos.



Portugal vai pagar à "troika" 34.400 milhões de euros


Em Maio, já o musaranho e eu tínhamos dito isso mesmo e o mais que aconteceu foi ser insultada por tudo quanto andava em campanha.

A 7 de Maio:

As bolha da Macacada, série Z à portuguesa

A 16 de Maio:


O empréstimo é isto



zazie & musaranho coxo







Primeiro era, "vai ao Totta, que o Totta dá".

















Agora a utopia que está a dar é às avessas: não fosses totó - experimenta uma cura de capitalismo miserável, que ainda chegas a banqueiro como os credores.







Na Sic Notícias, o jornalista de serviço decidiu mostrar que sabe fazer investigação atempada.

A propósito da mudança de feriados para segundas e sextas-feiras, a fim de se evitar pontes, apresentou um gráfico com todos os que, no próximo ano, calham a meio da semana.

Ao chegar ao dia 25 de Dezembro, alertou, em tom de INDIGNADO, que o Natal também pode estar em risco de ser mudado para a segunda-feira, uma vez que vai calhar a uma terça!


zazie & musaranho coxo


Kurt Eisner


Judeu, jornalista e socialista, a 8 de Novembro de 1918 demorou poucas horas para deitar abaixo o reino da Bavária que tinha 750 anos de História.

Auto-elegeu-se Primeiro Ministro da República de Munique e desgovernou de tal modo que, um ano depois, ele próprio decidiu apresentar a demissão.

Teve azar, não foi a tempo e um monárquico conservador matou-o no caminho.

«O INE e o Banco de Portugal descobriram que o governo regional da Madeira, por assim dizer, "escondeu" 1,7 mil milhões da despesa entre 2004 e 2011. Várias notabilidades descreveram o caso "muito grave" ou "gravíssimo" e até Bruxelas se resolveu mostrar "surpreendida". O que francamente não se percebe. Desde o PREC que a impunidade tem distinguido a política portuguesa. A gente que, em 1975, destruiu alegremente a economia não sofreu o menor incómodo pessoal ou profissional; e a gente que proclamava pelas ruas a necessidade de "fuzilar a reacção" e de estabelecer rapidamente uma ditadura do PC acabou em Belém a receber a Ordem da "Liberdade" das mãos de Soares. Mesmo hoje, um passado "revolucionário" se considera uma recomendação e até uma espécie de graça social.



A década do "cavaquismo", que de certa maneira foi a mais "severa", foi também a década em que se fizeram ao país com uma arrasadora irresponsabilidade as mais fantasiosas promessas de um futuro radioso e próximo. "Portugal", se bem se lembram, "estava na moda" e o dr. Cavaco criara "um homem novo" que iria maravilhar o mundo. Destas tolices nasceu a exigência de uma infinidade de direitos, que antes ninguém esperara ou pedira; e o inexplicável prestígio de meia dúzia de criaturas, que tomaram conta dos "negócios", nem sempre da melhor maneira ou com a maior lisura. Quanto à "modernização" de Portugal, de que tanto se falava, acabou por ser a "modernização" do consumo, que preparou as desgraças do futuro. O dr. Cavaco é ainda uma espécie de herói e Presidente da República.


Guterres "deixou Portugal de tanga", Barroso fugiu para o estrangeiro e Sócrates fabricou a desgraça que de repente nos caiu em cima. Mas quando Sócrates desapareceu, os políticos da direita e da esquerda decidiram que chegara a altura de mutuamente se absolverem das misérias da Pátria. E, por sua própria força e autoridade, decretaram que a partir do glorioso advento de Passos Coelho a regra era o esquecimento. Esta amnistia geral impede qualquer crítica pertinente, venha ela de que lado vier, e estende um fofo manto de suavidade sobre a nossa torpe e apática vida pública. Esta paz dos cemitérios manifestamente exclui Jardim. O que não é um mal. O mal é que não exclui as dúzias de oportunistas, que por aí se passeiam e que na televisão ou nos jornais não perdem uma oportunidade de nos dar conselhos.»




VPV (Público de hoje)

Petição em defesa, salvaguarda e reabilitação do Alambor Primitivo Norte (Séc. XII) do Castelo Templário de Tomar.

Nada como ir ao Dragoscópio: É o paradigma, estúpido!

1:48- a picareta original



0:31 - A picareta plagiada



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Agora a sério, recomenda-se um
bom texto do Miguel Castelo-Branco