Como é que alguém que dá pelo nome de Desidério Murcho pode duvidar que eu me chame zazie no metro?

Pois é. Regressaram às origens e decidiram praticar uma espécie de censura por intuição, ou palpitação de momento. Ainda lhes tentei explicar que, usando um formato de comentários que possibilita a qualquer pessoa assinar com o nome de Desidério Murcho ou Palmira Silva, torna-se um tanto nonsense pretender identificar o verdadeiro nome do comentador.
Ilustrei a minha fraca tentativa de argumentação recorrendo ao propagado método científico, baseado nos olhinhos. Com um exemplo prático, travesti-me de Desidéria barbada e fiz-me passar por ele, mas o filósofo recusou-se a admitir a evidência e preferiu apagar-se a si próprio.
Ora farófias!
Se a via comtiana se desfaz em bruxedo, a derivação darwinista ao menos podia ser mais sintética. Bastaria esperar a comunicação no teclado: me Jane, you Tarzan!
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Força ZAZIE !
By António P., at 19:20
Um admirador anónimo !
Já viu que no Blasfémias até há gente que duvide se a Zazie é mulher !!!?? -
Eu não consigo escrever assim. E gostava. O mais que alcanço é um sarcasmo de algibeira.
By josé, at 22:51
Fartei-me de rir com isto. -
Farófias!!!!
By Luís Bonifácio, at 1:00
Que bom
Sabe uma coisa. Se um dia a conhecer pessoalmente acho que vou continuar a chamar-lhe Zazie! -
Mais, c'set pas possible.
By Mario, at 10:26
C'est um scandale!!!!
:) -
Aquela lista de autores (com as especializações) podia ser mais ousado e incorporar outras informações irrelevantes com uma pitada de farsa.
By Mario, at 10:29 -
Ehehe, que nada, José. Eu escrevo com os pés. A graça toda está na matéria-prima. Com uma matéria daquelas, bastava copy paste para até o Heraclito se rir
By zazie, at 20:24
De resto, até já recebi mails a ameaçarem bater-me e “partirem-me os cornos”. É no que dá libertarem o macaco que têm dentro. Já havia o sabath da “laica”; agora temos a sabática-farófias
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Pode crer que fazia o mesmo consigo, ó Luis Bonifácio do nick secreto “:O)))
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Uma grande beijoca Mário.
Vá-se lá saber porquê, mas lembro-me sempre do Russ Meyer com estas coisas.
O gajo é que tinha aquela pancada por maminhas e apontava a câmara sempre para elas, nas situações mais descabidas. Era alguém a entrar e em vez dos pés, a câmara só focava a peitaça. Um conversa ao balcão e nem o copo se via, só as mamocas.
Aqui é algo idêntico, tentam falar de Ciência mas desatam aos esgares e facécias de endemoninhados. Não chega a pornografia; fica-se pela badalhoquice -
Beijoca, seu António P@@&6#!!
By zazie, at 20:25
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