Não, não se trata de nenhum Hércules de Hendrick Goltzius, nem nenhum Apolo do Jan Harmensz.


Clique na imagem e aprecie o meu santinho proscrito- o santo polifémico, como lhe chama Erasmo, no Elogio da Loucura.
Quando não tinha sereias aos pés, ou aspecto de cinocéfalo e canibal, também aparecia de flor na mão e água até às nádegas, como um Polifemo de Virgílio.
Só admira que Mapplethorpe se tenha esquecido de o juntar às brincadeiras musculadas das memórias maneiristas.


[Henri Lefort des Ylouses (1846-1912)-São Cristóvão, gravura e estampagem, (197mm x 135mm]

2 comentários:

Joana disse...

Aposto que esta versao nao aparece no tabelier de muitos carros...

Caboclo sem dente disse...

Achei bem porn.
kkkk
Adouro.
Amém!